sobre
pintura, memória e corpo
Nasci em Volta Redonda e moro no Rio de Janeiro há mais de 25 anos. Desenvolvo uma pesquisa pictórica que atravessa paisagem urbana, memória e autorrepresentação. Após um período dedicado à observação da cidade, minha produção recente desloca o olhar para o autorretrato como espaço de investigação subjetiva e construção de presença.
Em minhas pinturas, parto de cenas do cotidiano, registros pessoais e observações do ambiente doméstico para construir imagens que exploram identidade, tempo e presença. A cor e o gesto têm papel central nesse processo, criando composições que transitam entre memória, observação e imaginação.
Entendo a pintura como um exercício contínuo de observação crítica, em um processo no qual memória, afeto e presença são constantemente reorganizados.
DURVAL AMORIM, 2026